Como o Torapredict funciona

Simule o que um grupo pensa sobre qualquer tema, e por que pensa assim, em minutos e quantas vezes quiser.

Como fazer uma boa pergunta As peças do sistema A simulação O relatório Por que simular em vez de pesquisar

O que o Torapredict faz?

Você dá um assunto e algum material sobre ele. O sistema lê esse material, identifica os personagens e temas principais, cria um grupo de pessoas fictícias com opiniões diferentes e faz elas conversarem entre si sobre o assunto. No fim, ele resume o que aconteceu: quais opiniões ganharam força, onde houve mais discordância e para onde a conversa parece estar caminhando.

É uma forma de simular um debate de opinião pública e ver tendências aparecerem, sem precisar entrevistar ninguém de verdade.

De onde vêm as informações que ele usa?

De duas fontes, e você decide quais usar:

  • Documentos seus: arquivos PDF, planilhas CSV, textos ou JSON. Por exemplo, comentários de redes sociais, uma reportagem, respostas de um questionário.
  • Busca na internet: o sistema procura na web sobre o tema, sempre priorizando o que é mais recente, e guarda a lista de sites que consultou.

Dá para usar só os documentos, só a internet, ou os dois juntos. Se escolher "Somente web", você nem precisa subir arquivos.

Para que servem e onde ficam os meus arquivos?

Os arquivos que você envia são usados apenas para gerar o seu estudo: o sistema lê o material, roda a simulação e produz o relatório. Eles não ficam visíveis para outros usuários e não são aproveitados em estudos de outras contas.

Assim que o estudo termina, os arquivos enviados são apagados do servidor — em toda simulação, tenha ela dado certo ou não. Só o relatório final fica salvo em "Meus relatórios", na sua conta, até você apagar.

Como fazer uma boa pergunta

O que faz uma pergunta funcionar bem aqui?

O sistema simula o que um grupo pensa sobre um assunto. Quanto mais clara e bem direcionada for a pergunta, melhor o resultado. Cinco princípios simples:

  • Tenha um assunto claro. Os cidadãos sintéticos precisam saber sobre o que opinar. "O que as pessoas acham do novo plano de saúde da empresa?" funciona; "fale sobre saúde" não.
  • Peça opinião, não um fato. Ele simula percepção, não consulta enciclopédia. "Vale a pena lançar o produto agora?" é opinião; "quantas pessoas usam o produto?" é um dado, e não é para isso que ele serve.
  • Se existem opções, coloque-as. Perguntas de "isso ou aquilo" rendem muito, porque o sistema mostra como o apoio se divide entre elas. Ex.: "Entre o plano A e o plano B, qual o público prefere e por quê?".
  • Combine a pergunta com o material e o domínio. Se você subiu comentários sobre um produto, pergunte sobre esse produto e escolha o domínio Marca. Se ligou a busca na internet, pode perguntar sobre algo atual.
  • Pense em grupo, não em uma pessoa. "Como os clientes reagem ao novo preço?" funciona; "a Maria vai gostar do novo preço?" não, porque é a opinião de um indivíduo, não de um grupo.

Exemplos de boas perguntas

  • "Como o público recebeu o lançamento do [produto]? O que elogiam e o que criticam?"
  • "Entre [opção A] e [opção B], qual o público prefere, e por quê?"
  • "As pessoas tendem a apoiar ou rejeitar [a proposta]? Quais os principais argumentos de cada lado?"
  • "Entre [nome 1], [nome 2] e [nome 3], qual reúne mais apoio hoje e por quê?"
Repare no padrão: cada uma tem um assunto definido, pede uma opinião e, quando faz sentido, já apresenta as opções a comparar.

O que evitar

  • Perguntas de fato puro ("Qual o PIB do Brasil?"). O sistema não busca dados isolados, ele simula opinião.
  • Pedidos de tarefa ("Resuma este texto", "Traduza isto"). Ele não é um assistente de tarefas; ele faz um debate simulado.
  • Perguntas vagas demais ("O que você acha de tecnologia?"). Sem foco, os cidadãos sintéticos não têm sobre o que debater de verdade.
  • Opinião de uma única pessoa ("Meu chefe vai aprovar?"). O resultado vale para um grupo, não para um indivíduo específico.

As peças do sistema

O que são os "tópicos e nomes"?

São os personagens e assuntos principais que o sistema encontra no material. Numa eleição, os tópicos e nomes costumam ser os candidatos, os partidos e os temas em disputa. Para uma marca, são o produto, os concorrentes e características como preço, qualidade e atendimento.

O sistema também anota se cada tópico ou nome aparece sendo falado de um jeito mais positivo, mais negativo ou misturado.

O que é um cidadão sintético?

É uma pessoa fictícia criada para a simulação. Cada cidadão sintético tem idade, gênero, região, escolaridade, religião e cor/raça, além de um jeito de ser e uma opinião inicial sobre o tema. Cada estudo usa 20 cidadãos sintéticos — o suficiente para dar variedade e recortes por grupo sem encarecer demais.

E o grupo não é sorteado no escuro: a composição dos cidadãos sintéticos segue as proporções reais da população adulta do público que você escolher — o Brasil inteiro ou os estados selecionados —, segundo o Censo 2022 do IBGE. Ou seja, o conjunto espelha o lugar do estudo, nas idades, na escolaridade, na religião.

Vale deixar claro: os cidadãos sintéticos não são pessoas reais e não são uma amostra de pesquisa. São personagens montados pelo sistema para representar tipos diferentes de gente que poderia opinar sobre aquele assunto.

O que é a personalidade e a "suscetibilidade" de um cidadão sintético?

A personalidade é o jeito de cada um debater. Existem cinco tipos:

Cético: desconfia, custa a mudar de ideia.

Entusiasta: defende a sua posição com energia.

Neutro: pondera os dois lados.

Influenciador: tende a puxar os outros para o seu lado.

Seguidor: se convence com facilidade.

A suscetibilidade é o quanto a pessoa muda de opinião quando conversa com alguém. Um cético muda pouco; um seguidor muda fácil.

O que é a "posição" de um cidadão sintético?

É o lado ou a leitura que ele defende. Pode ser um produto, uma opção ("a favor da regulamentação"), uma narrativa ("aprovação de gestão") ou "indeciso". Durante a simulação, a posição de um cidadão sintético pode mudar se ele for convencido em uma conversa.

Em estudos de eleição, além da posição, cada cidadão sintético tem também a sua inclinação de voto — em quem ele votaria —, mostrada separadamente no relatório (veja "Inclinação de voto" vs "Posições e narrativas", na seção O relatório).

A simulação

O que são os debates?

O sistema junta os cidadãos sintéticos em duplas e faz cada dupla conversar sobre o tema. Um defende seu ponto, o outro responde. Depois da conversa, cada um pode manter ou mudar a sua opinião. Cada uma dessas conversas é um debate.

Por que ele junta mais quem pensa diferente?

Porque é aí que aparece coisa interessante. Duas pessoas que já concordam não vão mudar de ideia. Uma conversa entre lados opostos mostra o que convence e o que não convence. O sistema usa as relações entre os tópicos e nomes (quem é concorrente de quem) para colocar mais vezes lados opostos frente a frente.

O que são as rodadas?

Uma rodada é uma leva de debates. Quando ela termina, as opiniões já atualizadas seguem para a rodada seguinte. Quanto mais rodadas, mais tempo as opiniões têm para evoluir. Cada estudo roda 5 rodadas.

Por que a simulação roda mais de uma vez?

Porque uma conversa simulada, como uma conversa real, tem acaso: rodando de novo, o resultado muda um pouco. Em vez de esconder isso, o sistema roda o estudo inteiro várias vezes, de forma independente, e mostra no relatório o quanto o resultado variou entre essas execuções.

Se a mesma posição lidera em todas as execuções, a leitura é firme. Se a liderança troca de mão, o relatório avisa. É por isso que ele diz coisas como "liderou em 5 de 5 execuções" e mostra a variação do apoio. Cada estudo roda 5 execuções — o suficiente para separar o que é sinal do que é acaso, sem alongar demais o tempo.

Quais são as etapas, do começo ao fim?

São cinco, nesta ordem:

1.

Leitura do material: o sistema lê seus arquivos e/ou busca na internet.

2.

Identificação dos tópicos e nomes: ele lista os personagens e temas e como cada um aparece.

3.

Criação dos cidadãos sintéticos: ele monta o grupo de pessoas fictícias com opiniões variadas.

4.

Debates: as duplas conversam ao longo das rodadas e as opiniões se mexem.

5.

Relatório: ele resume tudo que aconteceu.

Na tela, você acompanha esse progresso ao vivo, etapa por etapa.

Preciso esperar com a página aberta?

Não. A simulação continua rodando no servidor mesmo se você fechar a aba. Quando terminar, o relatório fica salvo em "Meus relatórios" e você também recebe uma cópia por e-mail.

O que é o "domínio" que eu escolho no começo?

É o tipo de assunto que você está analisando. Mudar o domínio muda quem são os cidadãos sintéticos e que tipo de tópico ou nome o sistema procura. Há três:

Eleitoral: eleições e candidatos. Os cidadãos sintéticos são eleitores.

Marca / Produto: lançamentos e percepção de marca. Os cidadãos sintéticos são consumidores.

Tema social: opinião sobre uma questão (por exemplo, a legalização de algo). Os cidadãos sintéticos representam a população em geral.

No modo "Automático", o sistema decide sozinho a partir do tema e dos textos. Mas você pode forçar um domínio se preferir.

O que é o "Público do estudo"?

É o recorte geográfico da simulação. Você escolhe entre Brasil (a composição segue a população adulta do país inteiro) ou estados específicos — um ou vários, com atalhos por região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul).

A composição dos cidadãos sintéticos sempre seguirá as proporções reais da população adulta do lugar escolhido (o estado, os estados ou o Brasil), segundo o Censo 2022 do IBGE. Assim, um estudo sobre um assunto de Goiás usa goianos, não uma amostra do país todo. Ao escolher vários estados, o sistema mostra a mistura (ex.: "SP 62% · PR 16% · ...") calculada pela população de cada um.

Se o tema já indica um estado (ex.: "governo de Goiás"), o sistema sugere o recorte — mas é só uma sugestão: você confirma ou muda como quiser.

Você recebe o relatório
e a matéria-prima.

Narrativas, grupos, dinâmica e recortes demográficos, com um pacote de auditoria: as transcrições fala a fala de todas as execuções, as fontes e as posições rodada a rodada. Cada afirmação do relatório é conferível na origem.

O relatório

O que o relatório mostra?

Ele resume o resultado da simulação em algumas partes: a posição que mais cresceu, um ranking dos tópicos e nomes, a divisão das opiniões, os grupos que se formaram, os pontos de maior briga, os argumentos que nenhum lado conseguiu derrubar (e os que caíram), a leitura por grupo demográfico — região, idade, escolaridade e outros recortes —, recomendações práticas e uma conclusão. Abaixo, o que cada parte quer dizer.

O que significa o resumo "principal opção / outras / indecisos"?

Esses três números são contados direto dos cidadãos sintéticos no fim da simulação. Não são chute do sistema. Em estudos de eleição, esse resumo aparece sobre o voto — "Votam no líder / Votam em outros / Indecisos" — e vale a mesma lógica.

  • Apoiam a principal opção: a fatia de cidadãos sintéticos que apoia a opção mais escolhida, ou seja, a que mais gente está defendendo. O relatório mostra o nome dela ao lado.
  • Apoiam outras opções: os que têm uma posição definida, mas diferente dessa.
  • Indecisos: os que ficaram sem posição.

Os três sempre somam 100%. Um detalhe importante: "apoiam a principal opção" não quer dizer aprovação no sentido de "acham bom". Quer dizer "estão do lado da opção que está na frente".

E quando a pergunta tem várias opções? (vários nomes, produtos, alternativas...) Aí preste atenção: "apoiam outras opções" junta todas as demais somadas, não é rejeição à principal. Veja um exemplo com 12 cidadãos sintéticos: 5 na opção A, 3 na B, 2 na C, 2 indecisos. O resultado fica "apoiam a principal opção (A): 42%", "apoiam outras opções: 42%", "indecisos: 17%". Os 42% de "outras opções" estão divididos entre B e C, então a A ainda é a que está na frente, com a maior fatia sozinha.

Por isso, para saber qual opção está ganhando, olhe a Distribuição de apoio no relatório: ela mostra quanto cada opção recebeu, separadamente. A maior barra é a que está na frente. O trio "principal opção / outras / indecisos" serve para uma leitura rápida: diz se a opção principal tem maioria sozinha ou se a preferência está espalhada entre várias.

O que é a posição dominante?

É a opinião ou o nome que mais ganhou força ao longo da simulação. Numa eleição, costuma ser o candidato com mais apoio no fim. Numa marca, a percepção que mais se firmou.

Em estudos de eleição, o que é "Inclinação de voto" vs "Posições e narrativas"?

São dois recortes diferentes, e o relatório eleitoral mostra os dois:

  • Inclinação de voto (o destaque): em quem cada cidadão sintético votaria — só candidatos, mais "indeciso" e "outro". É o que responde "quem reúne mais apoio".
  • Posições e narrativas: a ideia que cada um defende — que pode ser uma meta-posição como "Aprovação de gestão" ou "Continuidade". Ajuda a entender o porquê do voto, mas uma narrativa não é um voto.

Por isso separamos: um cidadão pode defender a narrativa "aprovação de gestão" e votar no candidato A. Se você quer saber a intenção de voto, olhe a Inclinação de voto; se quer entender os argumentos, olhe as Posições e narrativas. Os recortes por segmento, numa eleição, são calculados sobre o voto.

O que é o ranking de tópicos e nomes?

É a lista dos tópicos e nomes em ordem de força na simulação. Para cada uma, o relatório traz um resumo de como ela foi vista e os principais pontos a favor e contra que apareceram nas conversas.

E os grupos, a polarização e as narrativas?

  • Grupos: blocos de cidadãos sintéticos que pensam de forma parecida e acabaram juntos.
  • Pontos de polarização: os assuntos onde a discordância foi mais forte, onde os lados não se entenderam.
  • Narrativas: os argumentos e ideias que mais se repetiram e ganharam força ao longo dos debates.

E os insights e a conclusão?

Os insights são observações concretas que dá para tirar do que aconteceu. A conclusão é um parágrafo final que amarra tudo e diz para onde a opinião parece estar indo.

O que é a lista de fontes?

Se você ligou a busca na internet, no fim do relatório aparece a lista dos sites que o sistema consultou. Serve para você conferir de onde veio a informação.

Posso fazer perguntas depois que o relatório fica pronto?

Pode. Abaixo do relatório há um chat para conversar com o estudo: perguntar por que um cidadão sintético mudou de lado, qual argumento derrubou uma tese, como um grupo específico reagiu. As respostas usam apenas o material daquela simulação — os debates, as fontes e o relatório —, não conhecimento de fora.

Cada relatório inclui 15 perguntas, e o chat continua disponível quando você reabre o relatório em "Meus relatórios".

Como eu salvo o relatório?

Tem três botões no topo do relatório:

  • PDF: gera um arquivo igual ao que está na tela. Ele abre a janela de impressão do navegador; é só escolher "Salvar como PDF".
  • TXT: o relatório em texto puro.
  • JSON: todos os dados da simulação, caso você queira analisar por conta própria.

Dá para conferir de onde vem cada afirmação? (pacote de auditoria)

Dá. Abaixo de cada relatório salvo há o botão Baixar pacote de auditoria (ZIP). Dentro dele está a matéria-prima que sustenta o relatório, para você (ou um terceiro) conferir de forma independente:

  • a transcrição fala a fala de todas as rodadas e de todas as execuções — quem disse o quê, quem mudou de lado e por quê;
  • a posição e o voto de cada cidadão sintético em cada rodada (planilha), com o agregado final batendo com os números do relatório;
  • as fontes — os documentos que você enviou (identificados por um código único, o "hash", sem guardar o arquivo em si) e os sites consultados;
  • os fatos-âncora extraídos do material e o diário de verificação (o que foi conferido e o que foi corrigido em cada etapa).

O pacote não contém as instruções internas nem o código do sistema — só o rastro dos dados do seu estudo. Fica disponível para os estudos gerados a partir do lançamento do recurso.

Por que simular em vez de pesquisar

Por que usar o Torapredict em vez de fazer uma pesquisa?

Uma pesquisa te dá um número num momento: "X% responderam isso". É cara, demora para montar e, quando fica pronta, é uma foto parada. O Torapredict faz outra coisa. Ele simula um grupo conversando, então você não vê só o número: vê o porquê. Os argumentos que convencem, os que travam, e como a opinião muda quando os lados se enfrentam.

E você roda quantas vezes quiser, sem recrutar nem entrevistar ninguém. Dá para testar cenários: "e se a gente comunicar deste jeito?", "e se entrar um concorrente novo?", "como o público reage se o foco for o preço em vez da qualidade?". Cada mudança é uma nova simulação, pronta em minutos — não em semanas.

Ele prevê o resultado? Acerta quem vai ganhar?

Esse não é o trabalho dele. Ele não é uma pesquisa com amostra da população e não te dá uma probabilidade de vitória. O que ele entrega ajuda mais na hora de decidir: você vê como um grupo pensa, discute e troca de lado, e onde cada posição é forte ou frágil. É a diferença entre olhar um placar congelado e assistir ao jogo acontecer.

A busca na internet pega só coisa recente?

Ela prioriza o que é mais recente, mas não dá para garantir que toda fonte seja dos últimos dias. A busca não tem um filtro de data exato, então pense nela como "puxa o que há de mais atual sobre o tema", e confira a lista de fontes no relatório quando a data for importante.

Para que isso serve no dia a dia?

Para ensaiar antes de gastar. Você testa uma campanha antes de comprar mídia, vê como o público recebe um lançamento, descobre os argumentos que ganham e os que afastam, antecipa as objeções e ajusta a mensagem até ela ficar de pé. Tudo isso com um público simulado, a baixo custo e quantas vezes precisar.

Pense no Torapredict como um ensaio antes da estreia: você experimenta ideias, mensagens e cenários com um grupo simulado, em minutos, e chega na decisão real já sabendo o que funciona e o que não funciona.

Backtests

Antes de oferecer o Torapredict a campanhas, testamos o método contra eleições que já aconteceram — é o que chamamos de backtest. A ideia é simples: se a eleição já passou, dá para comparar o que a simulação disse com o que as urnas realmente deram, e ver onde o método acerta e onde erra.

Fizemos isso com quatro disputas de governador de 2022. Para cada uma, montamos um dossiê só com informação pública de antes do primeiro turno e rodamos a simulação apenas com esse material, com a busca na internet desligada — e depois conferimos com a apuração oficial, com a fonte de cada número (pesquisa ou urna) para você checar. Publicamos os acertos e os erros.

Ver os backtests →

Também publicamos uma demonstração completa do método aplicada a um debate atual — as apostas esportivas online. Ver a demonstração →

Rode o seu.

Um estudo completo fica pronto no mesmo dia, com relatório e pacote de auditoria.

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